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Bruno Gagliasso reflete sobre envelhecer e ser pai no Rock in Rio 2026

via Instagram @brunogagliasso

Bruno Gagliasso Marques tem 44 anos, uma carreira consolidada como um dos atores mais conhecidos da teledramaturgia brasileira, uma família que a internet acompanha com carinho quase excessivo — e, apparently, uma capacidade invejável de aparecer no Rock in Rio 2026 produzido, reflexivo e sem o menor sinal de crise existencial. Ele marcou presença na primeira noite pop do festival, que reuniu nomes como Ne-Yo, Calvin Harris, Black Eyed Peas e Nelly, e encontrou um tempinho para bater papo no meio de tanta música boa.

Sem Giovanna Ewbank e sem os filhos, Bruno circulou pela Cidade do Rock no modo solo — o que, convenhamos, já é notícia em si, porque a gente está tão acostumado a ver a família Gagliasso-Ewbank em bloco, distribuindo fofura nas redes, que a ausência da trupe chama atenção quase tanto quanto a presença dele.

Mas o look ficou em segundo plano quando ele abriu o jogo sobre como tem encarado essa fase da vida. Em um universo que idolatra a juventude eterna, cobra perfeição constante e trata ruga como tragédia pessoal, ouvir um galã de 44 anos dizer que ama demais envelhecer é, no mínimo, refrescante. É clichê? Um pouquinho. É real e necessário? Muito mais. Ruguinhas e aprendizados batem qualquer filtro, e quem discordar está mentindo pra si mesmo.

E tem a parte da paternidade, que é onde a coisa fica mais interessante. Aprender a ser pai sendo paizão de três filhos — isso merece uma pausa. Porque paternidade não é um estado que se atinge e pronto: é escola sem fim, com currículo que muda toda vez que uma fase nova começa. Cada filho é um desafio diferente, cada etapa pede uma versão atualizada do pai. Bruno poderia ter falado do look, da chuva, dos shows, do perrengue de chegar na Cidade do Rock — mas não. Trouxe a reflexão. Gagliasso não foi só curtir o festival; foi também fazer uma pausa pra pensar em voz alta, e isso tem valor.

Falando dos shows: a noite pop entregou o que prometia. Calvin Harris — DJ e produtor escocês que já figurou entre os mais bem pagos do mundo, com 66 milhões de dólares em 2015 segundo a Forbes — colocou todo mundo pra dançar com seus hits eletrônicos sem dar trégua. Já o Black Eyed Peas é outra conversa: o grupo americano, formado em 1992 e hoje composto por will.i.am, apl.de.ap e Taboo desde a saída de Fergie em 2018, vendeu mais de 80 milhões de álbuns e tem um catálogo que a gente canta no chuveiro sem vergonha nenhuma. No palco do Rock in Rio, transformaram a noite em festa de arromba — do tipo que faz qualquer pessoa, independente de idade ou estado de espírito, largar a pose e entrar no ritmo.

Dá pra imaginar Bruno Gagliasso filosofando sobre vida e amadurecimento entre uma dancinha e outra no set do Calvin Harris? Completamente. É exatamente o tipo de cena que faz sentido para alguém que veio ao festival sem o peso da agenda familiar, disposto a aproveitar o momento e a curtir o presente — um equilíbrio que muita gente tenta e poucos conseguem.

No fim das contas, Bruno Gagliasso apareceu no Rock in Rio 2026 sem precisar de palco, câmera ou holofote direcionado. Apareceu como ele mesmo: ator de sucesso, pai que ainda está aprendendo — e que não tem o menor problema em admitir isso em voz alta. Entre um clássico do Black Eyed Peas e um hit do Calvin Harris, conseguiu entregar a frase mais honesta da noite. Quem nunca, né?

Com informações de fontes públicas, Wikipédia, YouTube, Instagram e TikTok.