Letícia Colin chorou (e a gente junto) com as homenagens que recebeu de colegas de 'Quem Ama Cuida'

Que domingo foi esse no 'Em Família com Eliana', gente. Letícia Colin, protagonista de 'Quem Ama Cuida', foi ao programa e saiu de lá com os olhos vermelhos — do jeito mais bonito possível. Foi um desfile de afeto, depoimentos e elogios de colegas de peso, e a atriz simplesmente não teve como segurar. A gente também não teria.
Pra quem ainda não fez as apresentações formais: Letícia Helena de Queiroz Colin é atriz, cantora e modelo brasileira. Agora ela vive Adriana em 'Quem Ama Cuida', telenovela que estreou em 18 de maio de 2026 na TV Globo, substituiu 'Três Graças' e se tornou a 26ª novela das nove da emissora. É a primeira vez que Letícia ocupa o posto de protagonista numa faixa dessas — e ela está entregando camadas, conflitos e todo o arco dramático da personagem com uma naturalidade que incomoda (no bom sentido). Assunto obrigatório na mesa do almoço e no grupo da família? Com certeza. A repercussão é real e o programa foi buscar isso justamente para jogar de volta pra ela em forma de carinho.
O 'Em Família com Eliana' fez um resgate da trajetória de Letícia e, a partir daí, vieram os depoimentos — um atrás do outro, cada um mais pesado que o anterior. Tony Ramos, um dos atores mais respeitados da televisão brasileira, com mais de 50 anos de carreira e prêmios que encheriam uma prateleira inteira, não poupou palavras. Disse que a Letícia escuta, fala, ouve e entende o tempo dramático de cada fala — qualidades que, em boca de alguém com o histórico dele, valem mais do que qualquer troféu. Chamou-a de atriz de primeiríssima grandeza e ainda de companheira de bom humor. Elogio de Tony Ramos não é opinião: é currículo.
Antonio Fagundes, que nunca tinha trabalhado com Letícia antes de 'Quem Ama Cuida', confessou que a parceria foi uma grata surpresa. Descreveu-a como atriz fantástica, profissional disciplinada e com um humor delicioso — e aproveitou para soltar uma piadinha sobre o personagem dele ter morrido depois de apenas 14 capítulos, esperando que no próximo encontro o personagem dure um pouco mais. Clássico. Isabela Garcia falou da parceria com a leveza e a precisão de quem sabe o que é ser genuinamente ouvida e vista em cena, e descreveu Letícia como alguém com quem nunca quer deixar de trabalhar. Walcyr Carrasco também enviou palavras que deixaram a atriz sem chão — ela mesma contou que cresceu vendo o trabalho dele e que ouvir dele que está feliz é, nas palavras dela, uma loucura.
Mas o momento que fez Letícia desabar de vez foi a declaração de Chay Suede, seu par romântico na novela e grande amigo fora das câmeras. Ele foi lá, sem rodeios, e disse que sai do trabalho maior e mais enriquecido por tudo que ela distribui generosamente por onde passa. Disse que os dias dele são mais felizes quando a Lele está por perto e que espera contracenar com ela para sempre. É o tipo de coisa que a gente lê e fica olhando pro teto por uns bons minutos.
Letícia retribuiu na mesma moeda e com a mesma intensidade. Falou que o Chay percebe quando ela está mais cansada e a ajuda, que não existe cena impossível quando há tanta confiança entre dois atores, e que a parceria deles é um encontro para a vida inteira. Descreveu Isabel Teixeira como uma das grandes atrizes do Brasil e do mundo, força da natureza, alguém que a inspira a querer ser melhor e maior todos os dias. Amizade de verdade, conexão de verdade, choro de verdade — sem roteiro, sem performance, só gente que trabalhou junta de perto e saiu transformada por isso. A gente aqui na torcida também.
