Lizzo respira aliviada: uma das tretas na justiça se encerra, mas a novela não

Finalmente uma luz no fim do túnel para Lizzo: um juiz federal dos Estados Unidos arquivou a ação movida contra a Big Grrrl Touring, empresa de turnês da cantora. Nada mal para uma semana.
O que rolou
A ação havia sido movida em 2023 por Asha Daniels, ex-assistente de figurino que alegou ter sofrido assédio sexual, além de discriminação por raça, gênero e deficiência durante sua passagem pela empresa. Lizzo negou as acusações desde o início. Ela mesma já havia sido retirada como ré em 2024, e agora sua empresa também está livre dessa barra — pelo menos neste caso.
Com a decisão nas mãos, Lizzo foi direto ao Instagram. Sem aparecer falando na câmera, postou um vídeo acompanhado de um texto longo em que expressou alívio, agradeceu sua equipe jurídica e deixou claro que enxerga o resultado como uma validação contra o que considera acusações injustas. A mensagem central: «A verdade prevaleceu». Ela também pontuou que a autora da ação nunca a conheceu pessoalmente — argumento que, segundo ela, coloca em xeque parte das alegações.
Mas o outro lado discorda
O advogado de Daniels, Ron Zambrano, não engoliu o resultado. Em declaração, afirmou que, na visão da defesa, a corte analisou incidentes de forma isolada, sem considerar o contexto geral de um ambiente de trabalho que descreveu como sexualmente carregado nem o efeito cumulativo das situações. A equipe de Daniels informou que está avaliando os próximos passos — ou seja, o capítulo pode não ter terminado.
E a novela continua
Essa vitória, importante como é, não fecha o processo todo. Lizzo ainda enfrenta outra ação, movida por três ex-dançarinas de palco, com acusações semelhantes de assédio e ambiente de trabalho hostil. Os advogados da cantora negam todas as alegações e classificam o caso como sem fundamento. Enquanto isso, a diva já avisou: vai continuar de pé, defendendo sua reputação e seus negócios. A poeira ainda tem muito chão para baixar.
