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robert pattinson e suki waterhouse: o beijo em veneza que fez a internet pirar

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Segura essa: Robert Pattinson e Suki Waterhouse, o casal mais low-profile de Hollywood, quebraram o protocolo e entregaram tudo em público. E não foi em qualquer lugar — foi no glamour do 83º Festival Internacional de Cinema de Veneza. A emoção falou mais alto, e quem somos nós pra reclamar de um beijo daqueles, né?

Pra quem viveu numa caverna nos últimos quinze anos: o Pattinson é aquele ator britânico que a gente ama desde que ele era o Cedrico Diggory em Harry Potter e o Cálice de Fogo e, logo depois, o vampiro Edward Cullen na saga Crepúsculo — fenômeno cultural que dividiu opiniões mas marcou uma geração inteira entre 2008 e 2012. Mais recentemente, ele entregou um Batman sombrio e contido em The Batman (2022) que não deixou ninguém indiferente, e está entre os atores mais bem pagos do mundo hoje em dia. Em 2010, a revista Time o elegeu uma das cem pessoas mais influentes do planeta. O cara claramente não brinca em serviço.

E a Suki não fica atrás, nem de longe. Alice Suki Waterhouse começou a modelar aos 16 anos e foi rosto de marcas como Burberry, Tommy Hilfiger e Hugo Boss. Mas parou no primeiro desfile? Que nada. Ela seguiu carreira como atriz — apareceu em filmes como Love, Rosie (2014) e Detective Pikachu (2019) — e ainda lançou uma carreira musical. O papel que mais chamou atenção do público foi o de Karen Sirko na minissérie Daisy Jones & The Six (2023), drama musical que virou hit imediato. Cantora, modelo, atriz: juntos, ela e o Rob formam um combo de talento que dá gosto de acompanhar.

O motivo da aparição em Veneza foi a pré-estreia do novo filme do Rob, Primetime. Mas a mágica rolou depois da projeção, longe dos flashes calculados do tapete vermelho. Quando o filme terminou, o público aplaudiu por uns intermináveis oito minutos — oito minutos, gente. Os nomes do diretor Lance Oppenheim e de Phoebe Bridgers, que faz sua estreia no cinema com o filme, foram aclamados naquele salão. E no meio daquele turbilhão de reconhecimento, a Suki, visivelmente emocionada e orgulhosa, não se aguentou: se virou pro Robert e deu um beijo na boca daqueles de cinema mesmo, espontâneo, cheio de amor. A cena foi filmada e imediatamente virou assunto do dia nas redes sociais. É o amor, aquele que não cabe no peito.

Eles tinham aparecido juntos no tapete vermelho no sábado, 5 de setembro, exalando estilo. O Rob escolheu um terno branco com gravata vermelha — um luxo clássico. A Suki foi na linha romântica, com um vestido verde de estampa floral que era a cara da primavera europeia. Os looks estavam impecáveis, mas vamos ser sinceros: ninguém ficou olhando só pras roupas depois daquele beijo.

Nem só de romance vive o Festival de Veneza, claro. O filme também merece atenção, afinal foi ele que trouxe o Pattinson até lá. Em Primetime, ele interpreta uma versão ficcional do jornalista e apresentador Chris Hansen, famoso nos EUA pelo programa To Catch a Predator, exibido dentro do Dateline NBC entre 2004 e 2007. Era um formato polêmico, pra dizer o mínimo: operações com câmeras escondidas para flagrar homens que acreditavam que iriam se encontrar com menores de idade que haviam conhecido online. Um tema pesado, complexo, e que até hoje gera discussão sobre os limites do jornalismo televisivo.

A produção é inspirada em parte por um artigo da revista Esquire publicado em 2007 e promete dramatizar os eventos e as contradições em torno desse tipo de cobertura jornalística, numa abordagem ficcional que vai além do sensacionalismo. É a cara do Rob topar um projeto que vai muito além do blockbuster e que carrega drama real e discussão ética por trás das câmeras. Pelo jeito, ele continua escolhendo trabalhos que desafiam expectativas — e o aplauso de oito minutos em Veneza sugere que a aposta valeu a pena.

Entre um tema denso e um tapete vermelho cheio de estrelas, o que a gente leva de Veneza é simples: o amor verdadeiro sempre encontra um jeito de brilhar — mesmo que seja num beijo espontâneo que quebra a internet.

Com informações de fontes públicas, Wikipédia, YouTube, Instagram e TikTok.